quinta-feira, 26 de março de 2009

Encontrando putos

Quantas vezes nos pegamos pensando: 'Acho que agora eu encontrei um puto pra chamar de meu'?

Sim, porque o sonho de toda mulher é encontrar um puto e conseguir domá-lo, pra depois, num bate papo com amigas dizer: "Fulano era terrível, pegava geral, passava o rodo ATÉ me encontrar..."

Doce ilusão feminina...

No começo é tudo delicioso, ligações inesperadas, saidinhas estratégicas, procura de lugares 'tranquilos' porque ele quer ficar SÓ com você... Os olhos brilham e você pensa 'AGORA É MINHA VEZ!'.

Você se sente melhor, acorda feliz, passa o dia rindo pras coisas mais corriqueiras e muitas vezes estúpidas que acontecem no seu dia. Não importa se o dia está ensolarado, se chove, se está frio... o importante é que o puto tá na sua.

E o sexo? Nossa, o sexo é ótimo e faz você pensar: "Onde ele estava a minha vida toda?"

Ihhh... Já pensou isso? Bem vinda ao time!

Caiu na conversa do puto e o pior, você G-A-M-O-U nele.

Enfim, seu momento de suspirar por alguém, tentar ver (e fazer com que os outros também vejam) todas as qualidades deste homem e como ele te faz bem. Mas, bem sabemos, as mulheres formam a rede de informações mais eficaz do universo e as histórias sobre o seu 'tesouro' começam a surgir. E tudo continuaria lindo se o tal puto não fizesse isso com todas as que ele conhece. E que suas amigas conhecem... e que os amigos dos amigos conhecem...

Quando você percebe o seu puto nada mais é do que um patrimônio público, um dos destinos mais visitados...

Com as mesmas conversas, o mesmo olhar sedutor, o mesmo jeitinho 'dos sonhos'. Chegou a hora de descobrir que você é mais uma e que nada do que vocês passaram juntos foi o bastante pra ter o seu puto de estimação, porque, provavelmente depois que ele te deixou em casa (isso, depois daquela noite perfeita) o telefone dele tocou (ou ele mesmo ligou) pra outra!

É, os putos são deliciosos porque sabem que o primordial é variar o cardápio! É a lei deles!

Bem, então nesse primeiro post, lançamos aqui a maior dúvida:

O que será que os homens pensam quando estão nos contando histórias?

E pergunto mais:

Por que nós acreditamos?

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